domingo, 17 de novembro de 2013

Descrição e audiodescrição A Norma Técnica nº 21 de 10 da abril de 2012, estabelece as Orientações para descrição de imagem na geração de material digital acessível –Mecdaisy, fundamentada legalmente pela Lei n° 10.753/2003, que institui a Política Nacional do Livro, em seu Artigo 1º, inciso XII, assegura às pessoas com deficiência visual o acesso à leitura. O Decreto n° 5.296/2004, em seu Artigo 58º, estabelece que o Poder Público adotará mecanismos de incentivo para tornar disponíveis em meio magnético, em formato de texto, as obras publicadas no País. O Ministério da Educação apresentou em 2009 o Mecdaisy, que vem a ser uma tecnologia que permite a produção de livros digitais falados, e de reprodução em áudio gravado ou sintetizado, sendo fácil a navegação pelos textos, uma vez que permite avanços ou recuos para melhor compreensão, permite também a impressão em Braille, leitura de textos ampliados. É possível fazer descrição de imagens como fotografias, cartuns, tirinhas cômicas, histórias em quadrinhos, mapas, tabelas,, etc. onde as palavras são a construção do retrato de pessoas, paisagens, cenas e ambientes, sem expressar julgamento ou opiniões pessoais a respeito. Esta descrição deve contemplar os seguintes requisitos: 1. Identificar o sujeito, objeto ou cena a ser descrita - O que/quem; 2. Localizar o sujeito, objeto ou cena a ser descrita Onde; 3. Empregar adjetivos para qualificar o sujeito, objeto ou cena da descrição - Como; 4. Empregar verbos para descrever a ação e advérbio para 5. Descrever as circunstâncias da ação - Faz o que/como; 6. Utilizar o advérbio para referenciar o tempo em que ocorre a ação - Quando; 7. Identificar os diversos enquadramentos da imagem - De onde - , tais como: a. Grande plano geral (GPG) - Mostra o cenário todo e é feito de um plano mais elevado, como em imagens aéreas. b. Plano geral - Mostra os personagens e o ambiente no qual estão inseridos. c. Plano americano - Mostra o personagem dos joelhos para cima. d. Plano médio - Mostra o personagem da cintura para cima. e. Primeiro plano - Mostra o personagem do peito para cima. f. Primeiríssimo plano ou close-up – Mostra o rosto do personagem em destaque. g. Plano detalhe - Mostra uma parte do corpo de um personagem ou um objeto. h. Plano plongée ou câmera alta - Enquadramento de personagens ou objetos feito de cima para baixo. i. Plano contra-plongée ou câmera baixa - Enquadramento de personagens ou objetos feito de baixo para cima. 8. Utilizar a aplicação do estilo IMAGE CAPTION em todas as imagens e após a apresentação da imagem acrescentar os dados na seguinte ordem: fonte, Legenda e Descrição; 9. Verificar a correspondência entre a imagem e o texto, a fim de garantir a fidedignidade da descrição; 10. Usar termos adequados, à área de conhecimento, abordada na descrição; 11. Identificar os elementos relevantes, levando-se em consideração aspectos históricos e culturais; 12. Organizar os elementos descritivos em um todo significativo. Evitar deixar elementos soltos, inserindo-os em um mesmo período. Começar pelo personagem ou objeto mais significativo (o que/quem), qualificá-lo (como), localizá-lo (onde), qualificar o onde (como), explicitar o tempo (quando); 13. Mencionar cores e demais detalhes; 14. Mencionar (quando possível) o enquadramento de câmera em fotos, principalmente quando for importante para o entendimento (close, plano geral, primeiro plano etc); 15. Usar artigos indefinidos quando é a primeira vez que aparece determinado elemento ou pessoa; 16. Usar artigos definidos quando já forem conhecidos; 17. Usar o tempo verbal sempre no presente; 18. Mencionar as imagens de fundo, detalhes, caixas de texto, bordas coloridas que aparecem na página, na parte inferior, pois os recursos gráficos utilizados traduzem a intenção do autor; 19. Mencionar, na descrição charge, cartun, história em quadrinho e tira cômica a fonte com a data da publicação (quando houver), a legenda com o nome do autor e, em seguida, a descrição da imagem; 20. Iniciar a descrição, usando a expressão: a charge, cartun, história em quadrinho e tira cômica mostra/apresenta; 21. Em histórias considerar alguns aspectos como idade, faixa etária e considerar a expressão verbal por faixa etária. 22. Descrever elementos gráficos como pontos de interrogação, exclamação, gotas de suor, raios, formatos diferentes de balões onde se localizam as falas; 23. Anunciar o número de quadros presentes e a mudança de um para o outro, quando a charge, cartun, história em quadrinho ou tira cômica forem constituídos por mais de um quadro, marcando-os com a letra Q e o número correspondente; 24. Mencionar quem são e quantos são os personagens, caracterizá-los, falar sobre o cenário e o tempo (dia, noite, inverno, verão), para depois fazer a descrição de cada quadrinho. Quando os personagens mudam a roupa no decorrer da história, o fato deverá ser mencionado no próprio quadrinho. Falar também sobre como aparecem as falas, se dentro ou fora de balões. Se o desenho do balão apontar para algum significado, como pensamento ao invés de fala (bolinhas), deverá ser apontado na descrição do quadro onde aparece;
Foto colorida e horizontal destaca, ao centro, da canela para baixo, uma perna esquerda masculina pintada de roxo, com o pé plantado no chão, e a direita pintada de vermelho e cruzada sobre a esquerda. Ao fundo, imensas, duas flores de cinco pétalas vermelhas e miolo amarelo vivo, com cinco filetes alaranjados na base e marrons na ponta. À direita, tocando a planta do pé vermelho, uma pequena flor de seis pétalas longas, toda amarela. Por trás das pernas e das flores, ampliado e desfocado, parte dos contornos de pétalas e botões de flores arredondados, roxo-azulados. Composta por onze fotografias de Leandro Michel Antonelo Pereira, Pés-Columbinos apresenta obras que criam um diálogo entre os princípios do prazer e da realidade. “A columbina representa a paz, esmagada pela rosa de Hiroshima, libertada pela aceitação do nosso cisne negro e ressurgida na superação da guerra entre o masculino e o feminino, o yin e o yang. A atmosfera escura de algumas fotos é o complemento das que apresentam uma linguagem mais clara e aberta, possibilitando se pensar sobre diversos temas da existência humana”, explica Leandro. O artista trabalha com pinturas e fotografias desde 1995 e expõe desde 2011. Atividades como esta poderão ser inseridas no cotidiano de salas de aula regular viabilizando a compreensão da pessoa BV ou DV dos conteúdos propostos nas atividades pedagógicas. Após visitas em todos os sites sugeridos e em outros encontrados em pesquisas, assisti vídeos com audiodescrição, fotos, tirinhas, dentre outros. A seguir, algumas definições acerca do tema. “O recurso consiste na descrição clara e objetiva de todas as informações que compreendemos visualmente e que não estão contidas nos diálogos, como, por exemplo, expressões faciais e corporais que comuniquem algo, informações sobre o ambiente, figurinos, efeitos especiais, mudanças de tempo e espaço, além da leitura de créditos, títulos e qualquer informação escrita na tela. A audiodescrição permite que o usuário receba a informação contida na imagem ao mesmo tempo em que esta aparece, possibilitando que a pessoa desfrute integralmente da obra, seguindo a trama e captando a subjetividade da narrativa, da mesma forma que alguém que enxerga. As descrições acontecem nos espaços entre os diálogos e nas pausas entre as informações sonoras do filme ou espetáculo, nunca se sobrepondo ao conteúdo sonoro relevante, de forma que a informação audiodescrita se harmoniza com os sons do filme.” (Graciela Pozzobon e Lara Pozzobon – www.audiodescricao.com.br) “A audiodescrição é uma atividade de mediação linguística, uma modalidade de tradução intersemiótica, que transforma o visual em verbal, abrindo possibilidades maiores de acesso à cultura e à informação, contribuindo para a inclusão cultural, social e escolar. Além das pessoas com deficiência visual, a audiodescrição amplia também o entendimento de pessoas com deficiência intelectual, idosos e disléxicos.” (Lívia Motta) Referências: BRASIL. Nota Técnica, Nº. 21. Orientações para descrição de imagem na geração de material digital acessível – Mecdaisy. MEC/SECADI/DPEE, 2012. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=10538&Itemid=. Acesso em 16/11/2013. MOTTA, Lívia Maria Villela de Mello; FILHO, Paulo Romeu (Org.). Audiodescrição: transformando imagens em palavras. São Paulo: Secretaria do Estado dos Direitos das Pessoas com Deficiência, 2010. Disponível na opção LIVROS do site: www.vercompalavras.com.br. Acesso em 17/11/2013). http://www.filmesquevoam.com.br/filme.php?id=484.Acesso em 17/11/2013. http://www.vercompalavras.com.br/definicoes.Acesso em16/11/2013. http://www.midiace.com.br/index.php?conteudo=audiodescricao.Acesso em 17/11/2013. http://tagasblog.wordpress.com/ Abraços, Francinete Santos

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

JOGOS E ATIVIDADES PARA ALUNOS COM DI

Sugestão de Jogos para Alunos com DI MATERIAL: Tabuleiro para cada aluno 1 ou 2 dados Palitos de picolé Borrachinhas JOGADORES: 2 ou mais REGRA: Na sua vez, o aluno joga o(s) dado(s) e tira da caixa a quantidade de palitos indicada na casa da unidade. Quando formar 10 "soltinhos" (unidades), passa a borrachinha e coloca o montinho na casa da dezena. Quando formar 10 "montinhos" (dezenas), passa a borrachinha e coloca o "montão" na casa da centena. Vence quem fizer mais pontos. Sugestão para aplicabilidade: o professor de AEE poderá trabalhar com numerais pares ou impares, apenas com a casa das unidades, dezenas ou centenas, dependendo do nível de dificuldade aceitável pela turma. Outra sugestão que poderá ser aplicada com esse jogo é a construção de conceitos de formas geométricas, conceitos de contagem de 0 a 10 ou até a quantidade que o aluno compreende. Fonte: http://atividadesdaprofessorabel.blogspot.com.br/2012/07/jogo-do-10.html

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Comunicação Aumentativa Alternativa

Recursos Pedagógicos Acessíveis e Comunicação Aumentativa e Alternativa A área da tecnologia assistiva que se destina especificamente à ampliação de habilidades de comunicação é denominada de Comunicação Alternativa (CA). A comunicação alternativa destina-se a pessoas sem fala ou sem escrita funcional ou em defasagem entre sua necessidade comunicativa e sua habilidade de falar e/ou escrever. A CA pode acontecer sem auxílios externos e, neste caso, ela valoriza a expressão do sujeito, a partir de outros canais de comunicação diferentes da fala: gestos, sons, expressões faciais e corporais podem ser utilizados e identificados socialmente para manifestar desejos, necessidades, opiniões, posicionamentos, tais como: sim, não, olá, tchau, banheiro, estou bem, sinto dor, quero (determinada coisa para a qual estou apontando), estou com fome e outros conteúdos de comunicação necessários no cotidiano. Com o objetivo de ampliar ainda mais o repertório comunicativo que envolve habilidades de expressão e compreensão, são organizados e construídos auxílios externos como cartões de comunicação, pranchas de comunicação, pranchas alfabéticas e de palavras, vocalizadores ou o próprio computador que, por meio de software específico, pode tornar-se uma ferramenta poderosa de voz e comunicação. Os recursos de comunicação de cada pessoa são construídos de forma totalmente personalizada e levam em consideração várias características que atendem às necessidades deste usuário. O termo Comunicação Aumentativa e Alternativa foi traduzido do inglês Augmentative and Alternative Communication - AAC. Além do termo resumido "Comunicação Alternativa", no Brasil encontramos também as terminologias "Comunicação Ampliada e Alternativa - CAA" e "Comunicação Suplementar e Alternativa - CSA".
Descrição de imagem: A imagem apresenta vários cartões de comunicação com símbolos gráficos representativos de mensagens. Os cartões estão organizados por categorias de símbolos e cada categoria se distingue por apresentar uma cor de moldura diferente: cor de rosa são os cumprimentos e demais expressões sociais, (visualiza-se o símbolo "tchau"); amarelo são os sujeitos, (visualiza-se o símbolo "mãe"); verde são os verbos (visualiza-se o símbolo "desenhar") ; laranja são os substantivos (visualiza-se o símbolo "perna"), azuis são os adjetivos (visualiza-se o símbolo "gostoso") e branco são símbolos diversos que não se enquadram nas categorias anteriormente citadas (visualiza-se o símbolo "fora”). Referências: http://www.assistiva.com.br/ca.html

domingo, 4 de agosto de 2013

Boa noite, Postando as fotos descritas anteriormente.

A importância do Plano de AEE

Boa noite a todos que curtem o meu blog. Estou publicando uma atividade sobre a importância do plano de AEE para a efetivação da aprendizagem dos estudantes com deficiência na Sala de Recursos Multifuncionais onde atuo. Abraços, francinete santos. A importância do Plano de AEE Disciplina: AEE Cursista: Francinete Oliveira dos Santos A disciplina de AEE foi importante para fortalecer os conhecimentos e as ações desenvolvidas na Sala da Recursos onde atuo. Foi possível visualizar que a minha práxis está em consonância com o que se espera do AEE, pois, a escola entende o trabalho da SRM, sempre enviando encaminhamento das demandas, verificando a presença dos alunos no AEE e em contrapartida, executo os assessoramentos aos alunos em sala de aula, aos professores e equipe técnica da escola, participo com a a equipe das flexibilizações e mediação em provas, e na SEM, executo as atividades definidas no Plano de AEE de cada aluno, respeitando sempre o limite e a espontaneidade de cada um. Vale ressaltar a importância da proximidade com a família, que sempre estão atuantes. Quanto ao estudo de caso, é o ponto de partida para que o professor de AEE possa direcionar as ações do atendimento, pois, somente conhecendo a história de vida do aluno, conhecendo um pouco mais sobre sua história desde a vida intra- uterina, e as possíveis causas da deficiência do estudante, assim como a estrutura familiar, a vida escolar, outro atendimentos recebidos, dentre outros. A partir do estudo de caso é possível que se realize a próxima etapa que é a elaboração do Plano de AEE, onde são expostos os objetivos a serem alcançados pelo estudante no período de três meses, tornando-o capaz de realizar as tarefas abordadas no plano e realizadas durante o AEE na SRM. O Plano de AEE contribui no desenvolvimento da aprendizagem do estudante, pois nele são elaborados objetivos que possibilitam a execução de atividades que tornarão possível o entendimento dos assuntos abordados em sala de aula regular, através de recursos que temos, para que o aluno tenha a compreensão do que o professor regente direciona. No Plano de AEE abordamos também atividades que visem a coordenação motora fina e grossa, concentração, atenção, lateralidade, pois, se o estudante não conseguir realizar atos simples como manusear a caneta, terá grandes dificuldades nas atividades. Os Planos são reavaliados a cada três meses, onde são observados se os objetivos foram alcançados pelo estudante. Quando necessário, o objetivo não alcançado é reformulado, mudando-se as estratégias e a execução das atividades, visando a compreensão do estudante e afetividade do Plano de AEE. Anexos: Fonte: Francinete Santos (imagens autorizadas pela família) Alunos confeccionando o brinde do Dia das Mães sob a mediação da Professora de AEE Francinete Santos. Fonte: Francinete Santos (imagens autorizadas pela família) Aluno realizando atividade de motricidade fina e de reconhecimento das cores. Fonte: Francinete Santos Entrega do brinde das mães em festa na praia.

domingo, 26 de maio de 2013

Vídeos comentados




Especialização em AEE

Cursista:Francinete Oliveira dos Santos

Reflexão sobre Tecnologias

Assisti aos vídeos e comentarei os dois que mais me chamaram atenção. Ambos retratam da evolução que vem ocorrendo tão rápido na sociedade e as transformações decorrentes deste processo.

O primeiro que comentarei é Rafinha 2.0, que faz descrição de um garoto que na linha do tempo está com 16 anos, e que como é retratado no vídeo, usa todos os suportes tecnológicos possíveis, com acesso a internet de onde tem informações como vídeos, filmes e conversando com seus amigos. Essas práticas o distanciam de leituras de jornal, revistas e não assiste tv, mas sabe usar as ferramentas do computador para escrever, editar texto, etc.

Enfatiza que assim como Rafinha, estamos vivendo o processo de globalização, na era da informação, onde o uso de novas tecnologias está se tornando presente em todos os países.

E finaliza relatando que a Web 2.0 é uma rede colaborativa, que com temas informações de um universo que pode ser compartilhado, e a internet tem conecta apenas uma rede de computadores, mais principalmente pessoas.

O segundo vídeo que comento é Help Desk na Idade Média, que faz uma analogia entre o uso do computador e o desuso dos livros, onde um dos personagens precisava instruções para manusear o livro, como virar a página, medo de perder o texto, rolagem de texto, arquivamento de dados e ao final, perguntava se o livro não tinha manual de instruções.

Nos dois vídeos acima citados, é possível perceber a influência das novas tecnologias no nosso cotidiano e como precisamos estar sintonizados com esse progresso.

 

 

quarta-feira, 22 de maio de 2013

aprendendo



bom dia a todos!


Entraves sobre EAD na contemporaneidade
Cursista: Francinete Oliveira dos Santos
SEMEC: Belém / Pa
03/05/2013

Ao ser inserida na turma de EAD logo veio a tona um desafio que encarei emoutro curso onde tive uma disciplina através do sistema moodle, pois  tive dificuldades em administrar o tempo e  por conseguinte, a realização das atividades.
Um dos grandes desafios da educação on-line é justamente como manter a regularidade e permanência dos estudantes no curso, pois, geralmente, o público desta modalidade de aprendizagem são pessoas que tem grandes jornadas de trabalho e dispõem de pouco tempo para frequentar uma turma presencial.
Com ao possibilidade de acesso as tecnologias, a Educação a distância surge como a possibilidade de propiciar aos indivíduos, melhores níveis de formação e informação, e acredito que, será um dos pilares da educação da atualidade.
Mas para que haja eficácia em um curso EAD, o estudante deve ser encantado pelas propostas educacionais, que devem ser flexíveis, respeitando as particularidades de seu público, envolvendo-os com as propostas de trabalho e aproximando-os para que compartilhem seus saberes e descubram novas possibilidades de mediação em seus espaços educacionais.
Os estudantes que buscam na EAD o caminho para aperfeiçoar seus conhecimentos, devem planejar suas atribuições para que não entre em conflito com suas atividades do cotidiano.
Esse será o nosso desafio: Agregar mais uma atividade dentre tantas outras já existentes em nossas vidas tão corridas nos dias atuais, mas, esse é o caminho para aqueles que tem compromisso com a educação e para a educação de nossos estudantes.